Uma Vida Cristã Equilibrada

Uma Vida Cristã Equilibrada

Ao estudarmos o livro de Mateus capítulo 23, aprendemos que, que os líderes fariseus chegaram ao ponto de dar o dízimo até das menores coisas, como as especiarias que cultivavam no jardim. Era como uma pessoa que encontrou um centavo na calçada e acrescentou um centavo à sua oferta no domingo.

Em termos simples, há três razões no Antigo Testamento para a lei do dízimo. Primeiro, havia uma razão prática. O dízimo sustentava o templo e os que trabalhavam no templo. Em segundo lugar, havia uma razão teológica. O dízimo era uma maneira de reconhecer Deus como Rei e como a fonte de todas as nossas bênçãos. Era um lembrete regular de que tudo o que temos é do Senhor. Era uma maneira disciplinada de agradecer. Em terceiro lugar, havia uma razão defensiva. O dízimo era um antídoto para a tendência das pessoas em serem escravizadas às suas coisas, e não ao Senhor. A disciplina de dar ajuda-nos a não adorar as coisas, ao invés do Senhor.

Hoje muitas pessoas compreendem que Deus não exigi mais que sejamos dizimistas. Dizem não estamos mais debaixo da lei, mas debaixo da graça, isso, é uma grande verdade. Jesus pagou pela nossa salvação com o Seu sangue. O dízimo não pode nos levar para o céu. No entanto, a verdadeira fé é uma questão de compromisso. Um compromisso verdadeiro afetará nossos gastos. O Novo Testamento nunca diminuiu o compromisso, expandiu-o!

  • A proibição do assassinato foi ampliada para também proibir o ódio (ou assassinato no coração);
  • A proibição do adultério foi expandida para proibir a luxúria (adultério mental); Os mandamentos sobre o divórcio foram restritos a casos de adultério e possível abandono.
  • O regulamento sobre justiça (olho por olho) foi expandido, instruindo-nos a amar nossos inimigos e fazer o bem àqueles que tentam nos usar.

Então, não temos dúvida que o mesmo também é verdade com relação ao dízimo. Deus não abandou a ideia do dízimo. Ele quer ampliá-lo. Ele quer que percebamos que o dízimo é o ponto de partida para nossa generosidade. Ele quer que vejamos que somos mordomos (administradores) de todos os seus recursos.

Pr. Evaldo Falcão Oliveira

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